VIVER URBANAMENTE

Sérgio Gollnick - Arquiteto e Urbanista - textos, fotos, comentários e informações sobre arquitetura, urbanismo, viver nas cidades, aspectos que contribuem para melhorar a percepção sobre a urbanidade.

8

de

maio

MEMÓRIA DAS FALSAS PROMESSAS

A TARDE online - http://www.atarde.com.br/brasil/noticia.jsf?id=967109

 23/09/2008 às 13:06

 

Carlito Merss quer prioridade para a saúde

Luciana Lima, da Agência Brasil

 Brasília - A principal proposta do candidato a prefeito de Joinville (SC) pelo PT, deputado federal Carlito Merss, é a melhoria da área de saúde do município que, com 500 mil habitantes, é o primeiro pólo econômico de Santa Catarina. “Aqui faltam médicos especialistas na rede pública”, disse Carlito, que foi professor e industriário. O grande problema da prefeitura de Joinville, de acordo com o candidato petista, são os salários pagos aos médicos, pouco atrativos para os especialistas.

Nossa intenção é aumentar o número de médicos e aumentar também o salário pago. Existem atualmente cerca de 60 mil consultas médicas marcadas, esperando para serem atendidas. Há pessoas que esperam quase três anos na fila para se consultar com o oftalmologista da rede pública. Quem tem condições, acaba procurando a rede privada, mas quem não tem, fica sem consultar”, disse o candidato, que já disputou a prefeitura do município em 1988 e 1996.

Em 1992, Carlito elegeu-se vereador. Na Câmara de Joinville, foi presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que apurou irregularidades na Fundação Cultural do município. Em 1994, Carlito foi deputado estadual e em 1998, foi eleito deputado federal, com 53.608 votos.

Outra proposta de Carlito é intensificar o atendimento do programa Saúde da Família. Atualmente, de acordo com o candidato, apenas 30% da população de Joinville têm acesso ao programa. “Nossa intenção é dobrar a cobertura do Saúde da Família, que tem um caráter preventivo”, disse.

De acordo com Carlito Merss, a saúde deve ser vista também de forma mais ampla, integrada às outras áreas. Como forma de prevenir doenças, o candidato propõe aumentar a área do município com tratamento de esgoto.

Atualmente, somente 15 % da cidade têm esgoto tratado. Com as obras do PAC [Plano de Aceleração do Crescimento], do governo federal, vamos ampliar essa cobertura para 50% até 2010. Depois, nos próximos dois anos, até 2012, queremos ampliar o tratamento do esgoto para 70% de Joinville. Essa é uma forma de prevenir doenças. Essa é uma forma de cuidar da saúde preventivamente”, disse o candidato.

Outro ponto considerado fundamental por Carlito Merss é a melhoria do transporte coletivo de Joinville. A proposta do candidato é aumentar o número de linhas de ônibus e ampliar o horário de circulação dos coletivos.

Como toda cidade grande, Joinville tem problemas sérios de engarrafamento. O que queremos fazer é ampliar o conforto e o atendimento para que as pessoas deixem o carro em casa e prefiram ir para o trabalho de ônibus. Com isso, o preço da passagem ficará mais acessível, porque teremos maior número de usuários do sistema”, destacou. Atualmente , a passagem de ônibus em Joinville custa R$ 2,50 para quem paga na hora que vai usar ou R$ 2 para quem usa o sistema de passe magnético, pré-pago. “É um valor muito alto”, considerou o candidato a prefeito.

Na educação, a prioridade de Carito Merss é ampliar o número de vagas, principalmente na educação infantil. De acordo com o candidato, já existe na própria prefeitura o projeto de construção de seis escolas, cada uma com cerca de 250 vagas. “Com a abertura de cerca de 1.500 vagas, poderemos acabar com o terceiro turno, que ocorre atualmente por falta de escolas, principalmente para as crianças”. Atualmente, as escolas da rede municipal de Joinville têm três turnos para atender a um número maior de crianças: o primeiro começa às 7h, o segundo, às 10h, e o terceiro, às 13h.

Mesmo sem a prerrogativa de ter que cuidar da questão da segurança que, pela Constituição Federal, é uma atribuição do estado, Merss pretende criar a Secretaria Municipal de Segurança e Cidadania. "Temos um número alto de assassinatos na periferia de Joinville e ainda um alto número de roubo de carros em toda a cidade. Mesmo não sendo uma atribuição da prefeitura, pretendemos criar condições para que as políticas públicas de combate ao crime tenham efeito”, destacou.

 


Nota do Blogueiro: Passados já 1 ano e 5 meses de governo e pouquíssimas das promessas estão sequer em andamento, outras andam na contramão do próprio discurso como é o caso do transporte coletivo. Neste ano de 2010, segundo o então deputado federal Carlito Mers, já estaríamos sendo atendidos em 50% da rede de esgoto tratado. Ainda segundo a entrevista, nosso transporte público seria mais barato e mais eficiente. Na saúde estaríamos com o problema das consultas médicas resolvidas e, os médicos sendo remunerados a contento. As escolas nao estariam "desentupidas" de alunos.

Quando estamos do lado de fora é fácil falar e prometer, mas quando sentamos no outro lado do balcão, tudo fica diferente. A prioridade é dar cargos para centenas de "companheiros",  e aí os recurso públicos somem e as promessas pulverizam.

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6

de

maio

Joinville - Um Monólogo sobre o Transporte Público

A mobilidade urbana foi um dos mais debatidos temas na campanha eleitoral de Joinville. O compromisso do prefeito eleito Carlito foi de que o modelo "Goela Abaixo" deixaria de existir na Prefeitura. Estamos aguardando. Ou será que faltou o prefeito avisar seus assessores?


Deu no Blog PAPO COM O LEITOR de Domingos Aquino

Transporte coletivo na segunda edição do Debates “A Notícia”

Licitação para concessão do serviço de transporte coletivo, anunciada pela Prefeitura de Joinville para o ano que vem, é o tema da segunda edição do projeto Debates “A Notícia”.

Os convidados para esta mesa-redonda são o secretário da Infraestrutura de Joinville, Ariel Pizzolatti; o presidente do Ippuj, Luiz Alberto de Souza; o empresário Moacir Bogo e o advogado Marcelo Harger, representando Gidion e Transtusa; a vereadora Dalila Leal, presidente da Comissão de Urbanismo, Obras, Serviços Públicos e Meio Ambiente da Câmara; e a advogada Cynthia Pinto da Luz, pelo Comitê Popular de Luta pelo Transporte.

Pelo jornal, participam o colunista Jefferson Saavedra, a editora executiva Suzana Klein, as editoras de Política Raquel Schiavini e Rosane Felthaus e o repórter João Kamradt, além deste blogueiro.

O debate será às 9h30 desta quinta-feira, na sede de “A Notícia”.

Você também pode participar. Como? Enviando sugestões de perguntas nos comentários deste post.
E não perca na versão impressa da edição do dominical de “A Notícia” os principais momentos deste debate.
O projeto Debates “A Notícia” foi lançado em maio com o objetivo de contribuir para reflexão e solução de temas relevantes para Joinville e região.

OPINIÕES SOBRE O DEBATE


DEBATE, QUAL DEBATE?
 
 
Li na coluna do Jefferson Saavreda (A Notícia - 5 maio) que haverá um debate sobre a concessão do transporte urbano de Joinville. A composição da mesa, ( 2 representantes da Prefeitura, 2 das empresas permissionárias, 1 do legislativo e 1 dos usuários), supondo que o jornal é mediador imparcial, me sugere um placar de 4 x 2, talvez 5 x 1 a favor do atual modelo. Não acredito num debate isento, pela absurda desigualdade, reproduzindo o que já sabemos, empresas e poder público com as mesmas argumentações e desculpas, tendo no bolso o poder de manipular informações que não são de conhecimento público. Do lado do usuário, duas pessoas que detém poucas informações sobre sistemas de transporte e concessão pública, embora merecedoras de respeito.
 
Este debate beira da covardia, que apesar de abrir espaços para perguntas no blog, não permite condições de oferecer argumentações diferentes ou contraposições. Sem o necessário equilíbrio ou pelo maior esforço que Cynthia Pinto da Luz possa ter, será praticamente um monólogo. Ficam algumas perguntas: O que o jornal pretende com esta composição? Quem destes debatedores é usuário do sistema de transporte? A proposta da A Notícia mostraria maior crédito se estivessem colocados nesta mesa visões diferentes, com algum conhecimento de causa, nem que fosse o "Seu Zé" ou a "Dona Maria", que podem relatar o dia-a-dia dentro de um "zarcão", caso contrário a imparcialidade suscitada pelo jornal foi para o brejo. E nem vou falar do movimento "Passe Livre".
 
Sérgio Gollnick
arquiteto e urbanista
 

Sr Redator

 

Se este jornal pretende contribuir democraticamente para abordar este assunto de maior interesse para esta comunidade joinvillense, deveria convidar ao debate não somente os responsáveis pela arrecadação do Sistema de Transporte Coletivo de Joinville, mas indispensavelmente os que o sustentam, seja em dinheiro vivo ou antecipadamente em passes pré-pagos.  Não incluir desde o início deste processo de revisão permissionária, representações de empresários, lojistas, trabalhadores e estudantes, entre tantos outros, é comprometer-se em ajudar a perpetuar uma fórmula perversa de interesses que não condizem com as funções primordiais que deveriam reger este setor.  Espera-se dos órgãos de comunicação a imparcialidade necessária ao desempenho legítimo de sua atuação em favor do fomento de oportunidades de diálogo que tragam esclarecimento e capacidade de decisão e ação a TODOS os envolvidos direta e indiretamente na mobilidade e acessibilidade no Município de Joinville.

 

Marcos Bustamante

3

de

maio

EIV - Evolução do Tema

O ONUS A CARGO DE QUEM GERA

por WASHINGTOM NOVAES

Merece ser acompanhado com atenção o projeto de lei enviado pela Prefeitura paulistana à Câmara de Vereadores, que autoriza cobrar de novos empreendimentos comerciais e condomínios residenciais até 5% de seu valor, para financiar melhorias no sistema residencial da área circundante, que será afetada pelo adensamento humano (Estado, 16/4). É uma iniciativa na direção contrária à prática generalizada de transferir para o poder público, e para a sociedade, os ônus de qualquer empreendimento, enquanto as vantagens se circunscrevem a poucas pessoas ou grupos. A “privatização do lucro e socialização do prejuízo”, no dizer do falecido ministro Roberto Campos (que nem por isso deixou de privatizar tantos lucros).

Será possível, pelo caminho proposto, cobrar até 5% do valor da obra para melhorias no sistema viário, que será afetado pela maior densidade populacional ou de usuários. O exemplo dado é de um shopping center no valor de R$ 300 milhões que, aprovado o projeto, terá de aplicar R$ 15 milhões em iniciativas que “amenizem o impacto no entorno”. Ou um condomínio que tenha 50 vagas nas garagens. Já um pequeno empreendimento teria de contribuir, por exemplo, para implantar faixas de pedestres. (…)

É uma visão que precisa ser estendida a qualquer empreendimento na área urbana, para que cesse a transferência de ônus para o poder público e para a sociedade. Em um novo loteamento nas cidades brasileiras, por exemplo, a regra é que o incorporador imobiliário apenas demarque os lotes e os entregue aos usuários frequentemente até sem redes de esgotos, de drenagem e pavimentação. Nesses lugares, caberá ao poder público com o dinheiro proveniente dos impostos pagos por todos os cidadãos, não beneficiários da iniciativa ? implantar tudo o que falta: rede de energia, transporte, saneamento, drenagem, equipamentos de saúde, educação, segurança, lazer, etc. Isso também ocorre onde há aumento da densidade populacional. (…)

E tudo isso acontece no momento em que faltam recursos para atender às necessidades mais elementares da população, principalmente das faixas mais pobres. É o caso, por exemplo, da área do saneamento, em que continuamos com metade dos brasileiros morando em casas sem ligação com as redes de esgotos. Ou os quase 10% sem água tratada em suas residências. (…) 

(…) Não é novidade que as redes de abastecimento das maiores cidades brasileiras perdem mais de 40% da água que sai das estações de tratamento por causa de rompimentos, vazamentos e furos ? até mesmo furtos. E até há pouco não havia, em nenhuma instituição, financiamentos para projetos de reparo e manutenção das redes, embora se saiba que custa de cinco a sete vezes menos recuperar um litro de água do que produzir um litro “novo”, com a implantação de novas barragens, novas adutoras e novas estações de tratamento ? estas, produto da visão de administradores que só dão valor a grandes obras acima do solo, bem visíveis, fáceis de serem exibidas em campanhas eleitorais. E fazendo a delícia das construtoras.

(…)

Enfim, já passou da hora de, em qualquer empreendimento, fazer todas as contas e atribuir os ônus a quem os gera ou deles se beneficia. Na área urbana, em qualquer ocupação, é preciso exigir também a manutenção de área permeável para infiltração de água; sistemas de eficiência energética; descargas sanitárias com menor uso de água; retenção de água de chuva (contribuindo para evitar inundações) e reúso posterior. Tudo o que ajude a enfrentar os novos tempos de escassez de recursos. E os dramas climáticos.

Washington Novaes é jornalista E-mail: wlrnovaes{at}uol.com.br

 

2

de

maio

URBANISMO E SUSTENTABILIDADE


"Pensar sustentável exige Gestão dos Recursos, Gestão do Espaço e a Gestão do Uso. Só essa gestão tripartida pode permitir a avaliação correta das necessidades propondo respostas equilibradas e eficientes. Como dizia Richard Buckminster Fuller, é possível e desejável "fazer mais com menos".

É nos tempos de crise que se amadurece. Com recursos menores e cada vez mais caros, com problemas cada vez mais vastos a questão da eficiência torna-se vital.

Projetar é sempre um ato otimista. Prever o futuro é antecipá-lo. Com a participação da sociedade poderemos integrar o processo de projeto, com naturalidade, valores como:

- Reduzir (as soluções podem passar por não fazer ou fazer menor);

- Reutilizar (rentabilizando espaços pré-existentes e gerindo horários de funcionamento); e

- Reciclar.

Estas são premissas para que a sustentabilidade passe a ser natural e as operações possam ser delicadas, atentas e duradouras."

Ricardo Vieira de Mello

A sustentabilidade não é um somatório de “pequenas sustentabilidades” nem uma questão de fé mas, antes, uma questão de sistema, uma questão de escolha entre possibilidades e, portanto, uma questão eminentemente política. A arquitetura, o urbanismo e, portanto, o projeto de arquitetura e urbanismo não são nem técnica nem politicamente neutros. A dimensão ética tem, por isso,  regressar às mesas de trabalho dos “construtores de cidades” de hoje. A sustentabilidade começa aí.

José Baptista Coelho

 

1

de

maio

FERIADO E TRANSPORTE PÚBLICO

O dia 1º de maio comemora o Dia do Trabalho ou Dia do Trabalhador sendo uma data comemorativa usada para celebrar as conquistas dos trabalhadores ao longo da história. Num passado não muito distante, este dia era marcado por piquetes e passeatas. Agora, o Dia do Trabalho é comemorado com festas, desfiles e celebrações, assimilado até mesmo pelo movimento sindical que realiza grandes shows e sorteios.

 

Neste último Dia do Trabalhador, percebi algo interessante. O transporte público foi reduzido ou não trafegava por regiões periféricas ou por regiões mais distantes dos eixos viários. A propósito, isto não foi apenas neste feriado. O transporte público coletivo reduz significativamente sua oferta de linhas e horários aos domingos e feriados, dias de descanso e lazer para muitos – mas nem de longe para todos, segregando parte significativa da população a um exílio urbano. Para aqueles que trabalham nestes dias, que se virem para chegar ao emprego e, aos demais, que passem o dia enfurnados em suas casas ou entregues à modorra. A ausência de transporte que se transforma em distância de um bom número de quilômetros, passou a separar, na ida e na volta, os primeiros de seus empregos e os segundos  de desfrutar das poucas oportunidades de lazer da cidade.

A ausência de transporte e de espaços públicos bem planejados, modernos e acessíveis para os estratos sociais de baixa renda acaba por segregar esta camada da população a uma vida onde estão reduzidas as oportunidades de assimilação de novos valores culturais, de sociabilidade e de saúde. Esta situação também estimula modos de transporte individual e, por fim, resume o desprezo pelos direitos à cidadania, dignidade e, de desfrutar o direito ir e vir que deveriam ser garantidos pelo governo do município. Talvez esta indiferença possa nos despertar motivações para retornar às passeatas.

 

30

de

abril

MARQUES DE OLINDA X RUA XV

Marques de Olinda e Binário Timbó-Max Colin - salvando o Bar Glória

 

É fácil, possível e com baixo custo.

Arquivado em: Joinville I Comentários (1)

27

de

abril

MOBILIDADE - FAZENDO CONTAS


OBRAS URGENTES DE INFRA-ESTRUTURA PARA JOINVILLE

 

SISTEMA VIÁRIO

 

Duplicação da R. Dona Francisca até o Distrito Industrial – 5 km            R$   8 milhões

Duplicação da Av. Santos Dumont até o Aeroporto – 8,5 km                   R$ 13 milhões

Duplicação do Terminal Vera Cruz até a BR280 – 11,3 km –                            R$ 18 milhões

Duplicação da Rua Ottokar Doerfel – 2 km                                                    R$   3,3 milhões

Binário da Vila Nova – 3 km                                                                             R$   5 milhões

Ligação da Rua São Paulo com a Rua Rio Branco – 400 m                         R$   1 milhão

Duplicação da Marques de Olinda – 8 km                                                     R$ 13,4 milhões

 

TOTAL                                Obras                                                                        R$ 61,7 milhões

 

 

SISTEMA DE TRANSPORTE COLETIVO

 

Corredor Central - Norte Sul – Beira Rio 11 km                                           R$   20 milhões

Corredor Marginal Oeste – Marques de Olinda -  8,5 km                          R$     8 milhões

Corredor Marginal Leste – Floresta - Aventureiro – 11, km                     R$   13 milhões

 

TOTAL                                Obras                                                                       R$  41 milhões

 

 

SISTEMA CICLOVIÁRIO COMPARTILHADO

 

 

Anel Central  Central - Norte Sul – Beira Rio 11 km –                                 R$    4,2 milhões

Corredor Distrito Industrial - Lest  -  8 km                                                R$     3 milhões

Corredor Leste  30 km                                                                               R$   12 milhões

 

TOTAL                                Obras                                                                    R$  19,2 milhões

 

 

TOTAL FINAL                                                                                                 R$ 121,9 milhões

 

(*) Todas as obras aqui elencadas contém passeios, sinalização, ciclovias ou ciclofaixas, arborização e, no caso do Transporte Coletivo, os valores consideram investimentos em corredores ou faixas em vias com segregação nos eixos e abrigos a cada 400 metros.

(**) R$ 160 milhões foi o valor de aquisição de veículos particulares no mês de março de 2010 em Joinville.

(***) As imagens são ilustrativas.

 

27

de

abril

Sobre o Futuro

‘Para obter algo que você nunca teve, precisa fazer algo que nunca fez’.
 

Chico Xavier

27

de

abril

IMPRESSÕES SOBRE A NOSSA CIDADE…

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27

de

abril

CIDADES

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